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Espetáculo de dança

                    “O Corpo como Relicário”

 

O espetáculo “O corpo como Relicário” proporciona adentrar em espaços imaginários de universos brasileiros, através de gestualidades e movimentos entranhados no corpo. Por meio de uma performance densa e condensadora de sentidos, o espectador é convidado a adentrar pelos Relicários, cada um habitado por um intérprete, no qual se desenvolvem acontecimentos em estados de resiliência.

Seu processo criativo foi financiado pelo ProAC - Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo e a temporada de 2017 contou com as seguintes apresentações:

26 e 27 de agosto na Fábrica Flaskô em Sumarê

2 e 3 de setembro no Armazém Baixada no 13º Festival do TPC em Ribeirão Preto

5 e 6 de setembro no CIS Guanabara em Campinas.

 

                                                         

NÚCLEO BPI - Pesquisa e Criação em Dança

A pesquisa artística do Núcleo BPI centraliza-se no processo criativo a partir do desenvolvimento de uma identidade do corpo de cada intérprete. Essa identidade é desenvolvida na relação do intérprete com segmentos sociais brasileiros específicos e/ou manifestações populares brasileiras, contatados em pesquisas de campo.

 

Os espetáculos no Método BPI (Bailarino-Pesquisador-Intérprete) vêm sendo desenvolvidos de forma contínua desde 1980 com a criação, atuação e posterior direção de Graziela Rodrigues.

 

A partir de 1987, o Método BPI passou a ser desenvolvido no Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP, com a ida de Graziela Rodrigues para esta universidade, tendo seu trabalho na Graduação em Dança e na Pós-Graduação em Artes da Cena como Docente e Pesquisadora. Dentro da universidade, deu-se seguimento às produções artísticas de forma contínua e a instauração oficial do Grupo de Pesquisa NÚCLEO BPI em 2008.

 

Todos os espetáculos dentro do Método BPI estiveram ligados a pesquisas de campo de segmentos sociais específicos e/ou manifestações populares do Brasil. Houve espetáculos ligados a pesquisas de campo com Mulheres Candangas, Stripteasers, Bóias-Frias, Cortadoras de Cana, Moradoras de Rua, Colhedoras de Café, Mulheres Xavante, dentre outras. Bem como pesquisas em Terreiros de Umbanda, Comunidades Caiçaras, Festividades do Ciclo do Divino, Folguedos do Boi, dentre outras. Todas pesquisas realizadas pela criadora do método e pelos bailarinos-pesquisadores.